por Ana Maria Campos*

O carnaval é uma festa popular, promovida nos três dias que antecedem a Quaresma, com interesses lúdicos: o disfarce, a dança, o canto e o prazer de certa liberdade de comunicação humana, inexistente ou grandemente refreada durante o ano.

A origem é obscura, sendo apenas provável que ele tenha raízes em alguma festividade primitiva, de feição religiosa, em honra ao ressurgimento da natureza com a volta da primavera. O carnaval – “primitivamente designativo da terça-feira gorda, tempo a partir do qual a Igreja católica suprime o uso da carne” – conforme Antenor Nascente, surgiu com a propagação do cristianismo e por força do seu calendário litúrgico (FREYRE; SOUTO MAIOR,1974). Encontramos na Enciclopédia Mirador Internacional a informação de que o vocábulo latim carnem levãre (carne levare com o infinitivo substantivado, “abstenção de carne”) documenta-se no latim medieval carnelevãrium, palavra do século XI-XII, que designava a véspera da quarta-feira de cinzas, isto é, o dia em que se iniciava a abstinência de carne exigida pela Quaresma, o que corrobora a afirmativa anterior.
O carnaval chegou ao Brasil por meio dos portugueses. Era conhecido como “entrudo” desde 1595 e compreendia os três dias que antecediam a quarta-feira de cinzas. No início, o “entrudo” consistia em atirar contra as pessoas ovos podres, fuligem, farinha de trigo, etc. Depois passaram a ser usados água, gomas, pós ou cal (que eram atirados por meio de bisnagas) e limões de cera. Posteriormente, foram usados água perfumada, vinagre, groselha ou vinho, sempre com a intenção de molhar ou de sujar uma pessoa desprevenida. Dom Pedro I e Dom Pedro II apreciavam bastante a brincadeira.
Um novo elemento foi introduzido na folia no final da 1ª metade do século XIX: o “Zé Pereira” ou o tocador de bombo. A folia, em passeata pelas ruas, era animada com os sons de tambores e zabumbas.

No início do século XX, o corso já era um sucesso. Era a passeata em carros sem a capota de pano, em caminhões conduzindo os foliões fantasiados de pierrots, colombinas, que mexiam com os outros ocupantes dos veículos vizinhos e com os pedestres. Uma verdadeira batalha de confetes, serpentinas e lança-perfume acontecia durante os festejos.
Em Minas Gerais, podemos afirmar que o carnaval organizado se manifestou de forma espetacular e esplendidamente marcado por características barrocasem Vila Rica, em 1733, com o Triunfo Eucarístico: a festa de transladação do Santíssimo Sacramento da Igreja do Rosário para a do Pilar, que seria sagrada (RAPM, vol. 6, 1901). Não vamos nos esquecer das cavalhadas, que já eram um costume da população das Minas.

E em Pará de Minas, o que já descobrimos sobre essa manifestação popular?
Encontramos nos manuscritos de Robson Correia de Almeida, no acervo do Museu local, a informação de que o jornal Cidade do Pará, de 1º de março de 1908, registrou o início dos folguedos em homenagem ao Momo daquele ano. O Clube Carnavalesco Diabo Azul, composto por “rapazes da elite paraense” foi o promotor dos folguedos. O jornal descreveu como “deslumbrantes” os festejos que esses rapazes proporcionaram nos três dias (JCP, 1908).

No ano seguinte, o mesmo jornal Cidade do Pará, de 21 de fevereiro de 1909, relatou que a população não esperava festejo algum até o meio-dia daquela data. Porém, à tarde, um mascarado anunciou pelas ruas uma passeata às 7h da noite: “Foi o bastante para que se notasse grande movimento. O jogo de entrudo assumiu grandes proporções: confetes, bisnagas, serpentinas, limões, etc., travando-se verdadeiros combates não somente na rua Direita, o ponto principal […]. Às 7 horas da noite era notável o número de pessoas aglomeradas em frente à casa do sr. Joaquim Marinho de Almeida, de onde, ao executar a primeira peça a banda de música regida pelo maestro Emídio de Melo, saía o préstito, tendo à frente diversos mascarados formando alas, seguidos pelo povo, por banda de música e carro alegórico de magnífico efeito. Nesse carro, artisticamente preparado, surgia ao centro uma grande estrela, e à frente desta, um trono, o qual tinha habilmente dispostas 3 cadeiras ocupadas: a do centro, pela menina Alzira de 6 meses de idade, a da esquerda pela menina Conceição e, a da direita, pela menina Alice, todas filhas do sr. Joaquim Marinho de Almeida, as quais distribuíam ao povo poesias de escritores mineiros adequadas ao ato. […] O préstito percorreu as ruas Direita, […], chegando finalmente ao ponto de partida. Às noites, retumbantes ‘Zé-Pereiras’ atordoavam os ouvidos do povo.[…]”(JCP, 1909).

Pelas descrições acima, percebemos a sociedade da época em movimento, brincando, se divertindo. O aparentemente trivial, o cotidiano, os rituais, são matérias-primas importantes para a compreensão dessa sociedade. No ano anterior (1908) os “rapazes da elite paraense” haviam promovido o carnaval e, já no ano seguinte, uma importante família da cidade organizou-o, conseguindo envolver o povo. As crianças (havia uma de 6 meses) distribuíram poesias de “escritores mineiros adequadas ao ato”. Essas e outras informações revelam um pouco da linguagem social, o que permite um melhor entendimento dos valores da época (JCP,1908).

Vamos avançar alguns anos, até 1917, para verificarmos a radical mudança ocorrida no carnaval daquele ano. A Primeira Grande Guerra (1914 – 1918) estava acontecendo, e a Revolução Russa em breve também mudaria o mundo. A notícia sobre esse carnaval foi veiculada no mesmo jornal Cidade do Pará, de 18 de fevereiro de 1917. Lembramos que, como há uma foto bastante conhecida das festas daquele ano, esse carnaval é erroneamente considerado por muitos como o primeiro carnaval de Pará de Minas. Já provamos que não foi. As famílias Coutinho e Castelo Branco, que aqui passaram a residir, foram as promotoras desse carnaval. As festas aconteceram na praça da Matriz, onde foi armado um coreto para a banda do maestro Emídio de Melo. Das 6 às 9 horas da noite, a banda animou as mais de mil pessoas que ali compareceram. Durante os três dias, batalhas de confetes, de serpentinas e lança-perfumes aconteceram no local. Ao enorme Cordão Tic-Tac, composto por senhorinhas fantasiadas de turca, portuguesas, ciganas, japonesas, camponesas, toureira, espanhola, lavadeira, pastorinha e pierrots, seguia uma legião de rapazes e meninos (JCP, 1917).

Na tarde do dia seguinte, 19, um grupo de mascarados percorreu as principais ruas, criticando o jogo do bicho e a ação da polícia. Outro grupo criticou a falta de iluminação pública na Rua Cel. Domingos Justino (rua da Boa Vista). Após o espetáculo cinematográfico realizado no Teatro Recreio Dramático, na própria praça da Matriz, houve animado baile a fantasia, que se prolongou até a madrugada. No dia 20, um espirituoso mascarado criticou as rifas e, à noite, um grupo fantasiado conduziu um carro alegórico criticando o edifício do Fórum em ruínas. “Todas essas críticas foram apreciadíssimas”, afirma o jornal Cidade do Pará. No terceiro dia houve no Centro Literário Paraense o último baile a fantasia. O edifício “artisticamente ornamentado” ficou repleto. Torquato de Almeida, Presidente da Câmara e Agente Executivo, em “vibrante discurso” saudou a família paraense ali representada. Foi aplaudidíssimo. Representando o Cordão Tic-Tac, falou, agradecendo o estudante César Castelo Branco. Doces, confeitos e cálices de saborosos licores foram distribuídos aos presentes. O animado baile terminou à meia-noite (JCP,1917).

Cordão Tic-Tac, 1917.

O carnaval do Pará de 1924, que encontramos relatado no jornal O Momento, de 9 de março de 1924, aconteceu na rua Vinte de Setembro, atual Benedito Valadares, que estava repleta de pessoas entregues aos jogos de lança-perfumes, confetes e serpentinas, nas imediações do Ideal Cinema (em frente a Pará Som, atualmente). Ali foi montado um coreto para a Banda de Música Pará Euterpe animar a festa. Houve poucos mascarados e poucas críticas. A animação maior foi nos bailes do Ideal Cinema cuja concorrência, de acordo com O Momento, “era seleta e transbordante […] o que a nossa sociedade conta de fino, elegante e distinto. […] não houve a menor falta de respeito, nem um empurrão, nem uma palavra indelicada ou inconveniente. O presente carnaval mostrou-nos que o povo paraense não é este povo triste, indolente e cético, como se apregoa, mas sim que são as diversões que lhe faltam.”

O povo distancia-se da elite cada vez mais… A reivindicação por mais lazer para o povo já é evidenciada.

Em 1933, o carnaval continua animado em Pará de Minas. Batalhas de confetes, “Zé-Pereiras”, fantasias grotescas, o bloco É Curioso, animam as festas ao som das jazz bands Glória e Cruzeiro. Registros desse carnaval foram encontrados no jornal O Único, de 5 de fevereiro de 1933 (JOU,1933).

Em 1937, houve um carnaval marcante nos dias 7, 8 e 9 de fevereiro. A iniciativa foi do Presidente do Centro Literário Pedro Nestor, sr. Joaquim Pereira, mais conhecido como Pereirinha; da D. Neném Coutinho (Heráclita Coutinho de Melo Franco), senhora detentora da total confiança dos pais e do Vigário Padre José Pereira Coelho (Padre Zeca).
Os blocos foram organizados. Músicas os representavam. Fantasias foram selecionadas. O Rei Momo foi o sr. Jonas Morais. O corso ia buscá-lo na Maniçoba, localizada na estrada para Tavares de Minas, e atendendo a um pedido do Padre Zeca, passava em frente à casa desse vigário, na praça que possui seu nome (José Pereira Coelho). Padre Zeca, da janela de seu casarão, assistia e incentivava a festa. Depois, os blocos dirigiam-se ao Centro Literário para o baile animado pela banda do maestro Spíndola.

O Bloco Tem durd’aí! teve sua música composta por um dos seus responsáveis, Amadeu Atílio Grassi, e a letra foi de Otávio Xavier. A fantasia dos componentes do bloco era de tecido com listras grossas pretas e brancas e cartola. O Bloco Bambas de Fú-man-chú foi formado com fantasias chinesas, em cetim vermelho e preto. Foi adotada uma música da época, compatível com o tema escolhido. O Bloco dos Tiroleses teve a fantasia em cetim vermelho, com aplicações de coração azul, colete preto e blusa branca, como nos informou dona Lourdes Franco Coutinho, contemporânea dessas manifestações carnavalescas.
No Clube Lítero Recreativo Professor Pereira da Costa, daquele ano de 1937, também houve animados bailes carnavalescos. Os carnavalescos desse clube, no meio da noite, iam em formato de cordão, visitar o baile do Centro Literário. No dia seguinte, era o pessoal do Centro Literário que fazia a visita ao Clube Pereira da Costa. Essa visitas consistiam em dar uma volta no salão do clube visitado, como nos informou Maria da Conceição Melo, em depoimento ao Museu da cidade. Ritual interessante e importante esse, uma vez que essa prática cordial proporcionava a aproximação da elite com a classe operária.
O carnaval, entre os anos 1940 e 1950, transferiu-se para locais fechados, e o Cine-Teatro Vitória abrigou memoráveis festas promovidas pelo Centro Literário. As famosas marchinhas, o lança-perfume, confetes e serpentinas ainda estão nas lembranças de muitas pessoas.

O Clube Patafufo em sua primitiva sede, um galpão rústico, iniciou em 1969 seus memoráveis festejos do carnaval. O Automóvel Clube também teve seus momentos de glória, devido ao pouco espaço do Centro Literário, que transferia para lá suas festas carnavalescas.

Em 1960 o Sindicato dos Trabalhadoresem Indústrias Têxteispromoveu grandes bailes em sua sede social, chegando a transferi-los para o Ginásio Poliesportivo da Praça de Esportes em virtude do grande número de foliões.

Após um longo período sem carnaval de rua surgiu, em 1966, o Bloco Menos 1, comandado por Ari Coutinho Júnior, que nos forneceu a informação. O animado e jovem bloco, com foliões usando roupas pretas, vermelhas e brancas, percorria as ruas da cidade em cima de um caminhão.

A primeira escola de samba de Pará de Minas foi a denominada Os Araras, criada em 1975. A escolha dessa denominação se deu em homenagem o pai de Djalma Pontes, um dos fundadores da escola, cuja origem é a tribo indígena Araras, de Pernambuco, como nos eslcareceu em 2 de março de 2009 Expedito Cândido Ferreira (Expedito Calu), o mais longevo dirigente da escola. A Unidos do Morro foi fundada em 1979 e foi pioneira no lançamento de samba-enredo. A Partido Alto surgiu em 1986. Aparecem os animados blocos Arruaça, em 1984; Os donos do amanhã, Explode coração, em 1986, e ainda outros, como Tamborim de ouro, Fhusuê, Nem ouro nem prata, Pano de saco, etc. Sabemos que nenhuma cultura fica isenta dos processos de aculturação e, com o sucesso das escolas de samba do Rio de Janeiro veiculado pela mídia, foi natural a união de pessoas que desejaram impulsionar o nosso carnaval de rua.

Com a fundação do Gresar – Grêmio Recreativo Escola de Samba Azul e Rosa – que desfilou pela primeira vez em 1984, o carnaval ganhou mais força e beleza. Levando para a avenida planejamento, estrutura, requinte e organização, o Gresar foi um marco importantíssimo que motivou um enorme e significativo crescimento das outras escolas, principalmente da Unidos do Morro, que fazia uma saudável e brilhante concorrência com o Gresar. Os blocos não ficavam para trás. O período compreendido entre 1984 e 1988 foi o apogeu do carnaval de rua do Pará. A conseqüência disso foi o fracasso cada vez maior dos bailes nos clubes, até chegarem à extinção.

Em 1989 não houve carnaval de rua, e os clubes não conseguiram mais atrair um grande público, como antigamente.

Gradativamente, o carnaval de Pará de Minas vem soerguendo-se. Não desapareceu graças à garra dos carnavalescos e demais integrantes das escolas que, teimosos e heroicamente, fazem-no sobreviver. Os temas do ano de 2006, inteligentes e ricos culturalmente (mitologia grega, orixás e os santos da Igreja Católica) com os quais as escolas trabalharam, aliados aos belos sambas-enredo, ao incentivo e apoio das autoridades constituídas, impulsionaram os festejos, concorrendo para o desenvolvimento do potencial turístico da cidade. Esses procedimentos aumentam, com certeza, o número de pessoas que optam em permanecer na cidade nesse periodo e, ainda, atraem outras – o que o comércio e a cultura de Pará de Minas agradecem.

Em 2007, o Bloco Acadêmicos Santos Dumont, que é bloco somente no nome, pois já se estruturou como escola de samba, antecipando-se às comemorações do sesquicentenário de Pará de Minas, desenvolveu o desfile exaltando a história do município ao som do samba-enredo “Das águas do Paciência surgiu Pará de Minas, uma terra abençoada”, criado por João Batista Leite, seu dedicado carnavalesco. Kleber Nonato de Souza, presidente do Acadêmicos Santos Dumont, em depoimento à autora, em 17 de fevereiro de 2009, informa-nos que o Bloco Acadêmicos é resultado de fusões de grupos menores, dos anos 80 [década de 1980], como o Rosa de Ouro e o Explode Coração.

Em 2008, aagremiação comandada por Kleber homenageou a África com alegorias, adereços e belos carros, embalados com o bonito samba-enredo “África, terra mãe”, do mesmo autor do ano anterior. Em 2009 o tema foi a criação do universo.

A Escola de Samba Unidos do Morro em 2007 abordou a paz, em 2008 o meio-ambiente, cantando o samba-enredo “Água, fonte de vida, a preservação nas mãos do homem”, de Eneida Oliveira e música de Paulo Vicente. Em 2009  homenageou Pará de Minas pelos 150 anos de emancipação político-administrativa. Wilson Júnior, carnavalesco dessa escola, mostrou na Avenida Presidente Vargas a história e as personalidades da nossa terra, ao som do samba-enredo “150 anos de Pará de Minas, a Unidos do Morro faz parte desta história”, dos mesmos autores do ano anterior. A beleza e o entusiasmo da escola contagiaram o público, envolvendo-os e sintonizando-os nesse significativo momento de exaltação da história do município.

A Escola de Samba Araras – a primeira de Pará de Minas, criada a partir do bloco América (JGP, 2007), com o enredo Conto de Fadas, trabalhado por Leônia, levou as histórias infantis para a avenida em 2007 (idem). O samba enredo foi de autoria de João Batista Leite, o carnavalesco do Bloco Acadêmicos. Em 2008 o tema Ecologia foi exaltado e defendido pela escola e, em 2009 seus devotados integrantes, com idealismo e garra, retornaram a ele com o samba-enredo Mãe natureza, sendo carnavalesco nesses dois anos Fernando Henrique de Andrade.

Nos anos seguintes, como nos anteriores, as três escolas de samba desfilaram na avenida com o apoio da municipalidade. Este ano de 2012 a Escola de Samba Araras não participará devido a questões burocráticas junto à Prefeitura.

Os desfiles das escolas de samba são verdadeiras aulas de história e cultura da humanidade, transmitidas de forma lúdica e sutil. As manifestações carnavalescas agregam diferentes pessoas que, esquecidos das diferenças sócio-econômica-culturais, existentes nos outros dias do ano, entregam-se aos festejos da mitológica divindade do Rei Momo, convivendo de forma mais descontraída e fraterna. O carnaval é assim, poderoso e mágico, agregando encantamentos que encontramos também no futebol.

Fontes:

– FREYRE, Gilberto; SOUTO MAIOR, Mário. Carnaval: de onde veio? Como era? Como evoluiu? História, São Paulo, n.9, p. 81-91, fev.1974.Disponível em http://bvgf.fgf.org.br/portu-gues/obra/artigos_imprensa/carnaval-onde.htm
– ALMEIDA, Robson Correia. Manuscritos. Arquivos Muspam.
–  RAPM – Revista do Arquivo Público Mineiro, vol. 6 , 1901, pág. 985ss
– JCP – Jornal Cidade do Pará, de 01.03.1908
– JCP – Jornal Cidade do Pará, de 21.02.1909
– JCP – Jornal Cidade do Pará, de 18.02.1917
– JOM – Jornal O Momento, de 09.03.1924
– JOU – Jornal O Único, de 05.02.1933
– JGP – Jornal Gazeta Pará-minense,16.02.2007, pág.08
– Depoimento de Maria da Conceição Melo à Ana Maria Campos. Projeto História do Carnaval em Pará de Minas. Museu Histórico.1990
– Depoimento de Ari Coutinho Júnior à Ana Maria Campos. Projeto História do Carnaval em Pará de Minas. Museu Histórico.1990
– Depoimento de Lourdes Franco Coutinho à Ana Maria Campos. Projeto História do Carnaval em Pará de Minas. Museu Histórico.1990
– Depoimento de Kleber Nonato de Souza à Ana Maria Campos. Projeto História do Carnaval em Pará de Minas. Museu Histórico.17.02.2009
– Depoimento de Expedito Cândido Ferreira à Ana Maria Campos. Projeto História do Carnaval em Pará de Minas. Museu Histórico. 02.03.2009
– Depoimento de Geraldo Magela Palhares à Ana Maria Campos. Projeto História do Carnaval em Pará de Minas. Museu Histórico. 02.03.2009
– Carnavalesco.In: http://bernadettecantarella.blogspot.com/2008_09_01_archive.html acesso em 12.12.2008.

*Ana Maria de Oliveira Campos é pesquisadora da história de Pará de Minas; diretora do Museu Municipal. O texto integrou o livro Fragmentos de Pará de Minas (2009), e foi atualizado em fevereiro de 2012.

Corso na Ponte Grande, no Carnaval de 1937.

Bloco Tem durd’aí! Carnaval 1937.

Carnaval de 1951 no Centro Literário Pedro Nestor.
Decoração do salão do Centro Literário Pedro Nestor no Carnaval 1950(década).

Carnaval de 1969 no Patafufo Country Club.